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No ano de 1998, uma artigo científico de Helen E. O’Connel na revista “The Journal of Urology” conclui que a descrição da anatomia clitoriana era inapropriada. O texto inicia dizendo que a anatomia macro e microscópica do períneo feminino humano é brevemente descrito em termos superficiais ou comparativos. E é brevemente descrito somente em termos das suas diferenças em relação à anatomia do períneo do sexo masculino. Freqüentemente, as descrições do fornecimento neurovascular para a área perineal são escassos ou inexistentes. A anatomia feminina da uretra, com exceção de seus esfíncteres e fáscias, é geralmente descrita sem referência a estruturas vizinhas, particularmente o clitóris. O clitóris é descrito como sendo diferente do pênis pois a uretra “não o atravessa”. E que desde os estudos de Masters e Johnson, em 1966, tem havido, surpreendentemente, pouca investigação da anatomia sexual feminina básica ou fisiologia.

A mistificação sobre a resposta sexual feminina carece de aperfeiçoamento, pois muitos dados ainda mostram-se insatisfatoriamente explorados e esclarecidos, dificultando o prestígio da anatomia e fisiologia sexuais como primorosos, um fato consequente ao tabu social ou mesmo à falta de incentivo científico. Muitos textos mostraram-se repetitivos, o que confirma a existência de informações limitadas sobre o processo sexual da mulher. Surpreende o fato de um ato fisiológico, indispensável para a reprodução humana e existente desde o princípio da vida, ainda possa deixar dúvidas para a ciência, além de ser considerado um tema inoportuno para diálogo com os pais, filhos e sociedade no geral.Já que, culturalmente, a mulher tende a esconder suas disfunções sexuais, uma investigação direta e delicada deve ser aplicada durante a avaliação funcional do assoalho pélvico, através de um questionário criterioso, com perguntas direcionadas mais especificamente à prática sexual feminina. No que diz respeito ao papel da fisioterapia pélvica existe um consenso em relação aos exercícios de fortalecimento do períneo, que melhoram as disfunções sexuais e melhoram a performance da mulher durante o ato sexual entre outras condutas que o fisioterapeuta pélvico pode adotar.

A mistificação sobre a resposta sexual feminina carece de aperfeiçoamento, pois muitos dados ainda mostram-se insatisfatoriamente explorados e esclarecidos, dificultando o prestígio da anatomia e fisiologia sexuais como primorosos, um fato consequente ao tabu social ou mesmo à falta de incentivo científico. Muitos textos mostraram-se repetitivos, o que confirma a existência de informações limitadas sobre o processo sexual da mulher.
Surpreende o facto de um ato fisiológico, indispensável para a reprodução humana e existente desde o princípio da vida, ainda deixar dúvida para a ciência, além de ser considerado um tema inoportuno para diálogo com os pais, filhos e sociedade no geral.Já que, culturalmente, a mulher tende a esconder suas disfunções sexuais, uma investigação direta e delicada deve ser aplicada durante a avaliação funcional do assoalho pélvico, através de um questionário criterioso, com perguntas direcionadas mais especificamente à prática sexual feminina.
No que diz respeito ao papel da fisioterapia existe um consenso em relação aos exercícios de fortalecimento do períneo, que melhoram as disfunções sexuais e melhoram a performance da mulher durante o ato sexual.

Apesar do receio que se tinha sobre o conhecimento da função do clitóris, um aluno de Freud, Wilhelm Reich investigou a capacidade de atingir o orgasmo clitoriano. Em 1927, ele escreveu a primeira monografia sobre o assunto, A Função do Orgasmo ligada ao clitóris. Este trabalho propôs a utilização do indicador de energia orgásmica para a saúde mental, baseado em suas experiências como terapeuta e estudos empíricos. Doenças neuróticas, como revelado por Reich, levavam a uma impotência de viver um orgasmo “completo”, que bloquearia a libido. Como meta para curar estas doenças, propôs a fazer o paciente aceitar a “reflexão” do orgasmo. Esses estudos levaram uma década depois à vegeto terapia, incluindo um trabalho da mente e do corpo.
Masters e Johnson investigaram o orgasmo humano na década de 1960 e criaram o termo do ciclo de resposta sexual humana. O estudo utilizou pessoas que concordaram em ter relações sexuais e outros estímulos sexuais em condições de laboratório. Masters e Johnson concluíram que havia uma constante tensão sexual humana, que só teve que ser estimulada para atingir o orgasmo.

As dissecções indicam que os componentes do clitóris são em 3 D. O tecido bulbar erétil está intimamente relacionado com os outros componentes do clitóris e da uretra, e indica que ele tenha sido inadequadamente chamado de bulbo do vestíbulo. Para maior clareza e completude faz mais sentido se referir ao bulbo por sua relação constante com os componentes do clitóris e chamá-lo de bulbo do clitóris. Enquanto vasocongestão local do corpo cavernoso e do corpo esponjoso do pênis são  para produzir ereção masculina, o bulbo do vestíbulo que rodeia o introito, produz lubrificação vaginal e expansão que cria a plataforma orgásmica. Embora haja uma falta de investigação clínica exata para avaliar a função específica do tecido erétil bulbar, parece que este tecido provável tenha um papel significativo sexual. Uma hipótese é que o bulbo adicione um suporte para a parede vaginal distal para aumentar a sua rigidez durante a penetração. A uretra é intimamente relacionada com cada componente do clitóris, mas se ela tem um papel importante na atividade sexual é incerto.

As dissecções indicam que os componentes do clitóris são em 3 D. O tecido bulbar erétil está intimamente relacionado com os outros componentes do clitóris e da uretra, e indica que ele tenha sido inadequadamente chamado de bulbo do vestíbulo. Para maior clareza e completude faz mais sentido se referir ao bulbo por sua relação constante com os componentes do clitóris e chamá-lo de bulbo do clitóris.
Enquanto vasocongestão local do corpo cavernoso e do corpo esponjoso do pênis são para produzir ereção masculina, o bulbo do vestíbulo que rodeia o introito, produz lubrificação vaginal e expansão que cria a plataforma orgásmica. Embora haja uma falta de investigação clínica exata para avaliar a função específica do tecido erétil bulbar, parece que este tecido provável tenha um papel significativo sexual. Uma hipótese é que o bulbo adicione um suporte para a parede vaginal distal para aumentar a sua rigidez durante a penetração.
A uretra é intimamente relacionada com cada componente do clitóris, mas se ela tem um papel importante na atividade sexual é incerto.

Investigações recentes mostraram resposta vascular vaginal e clitoriana insuficiente para aquelas que sofriam de doenças vasculares ateroscleróticas e ileohipogástrica pudenda do leito arterial, o que sugere que os problemas de excitação podem ser associados com insuficiência vascular e disfunção erétil do clitóris.
Nesta área da pesquisa vascular clitóriana e vaginal, essa investigação pode ser um recurso para a detecção de alterações de fluxo sanguíneo na resposta sexual, especialmente em mulheres pós-menopáusicas com factores de risco vasculares.
O estado muscular do clitóris e da vagina é regulada por um equilíbrio entre o tônus ​​adrenérgico e o tônus colinérgicos não-adrenérgicos que é mediada por neurotransmissores. A primeira fase de resposta neurovascular sexual feminina (fase de excitação) é o relaxamento da musculatura lisa que facilita a lubrificação e aumentar o diâmetro das paredes vaginais e do diâmetro e comprimento do clitóris. Assim, o mecanismo de excitação sexual feminina pode ser afetada pelos fatores como idade, tabaco e colesterol.

Segundo a artista Sophia Wallace, que esta em Nova York com a exposição “Cliteracy” o clitóris, descrito como a única parte do corpo humano que existe unicamente para o prazer, não é apenas um “botão” escondido entre as pernas de uma mulher, mas sim um grande órgão interno que muitas pessoas desconhecem.