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Disfunção Erétil Masculina: Fisiologia e Tratamentos.

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A Disfunção Sexual Masculina, é definida como a inabilidade persistente (por no mínimo 6 meses) de obter e manter uma ereção firme o suficiente para permitir uma relação sexual. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), afeta cerca de 150 milhões de homens em todo o mundo, cerca de 30 milhões de indivíduos apenas nos Estados Unidos. No Brasil, um estudo […]

Equitação Terapêutica, Incontinência Urinária e Qualidade de Vida

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O primeiro estudo realizado em torno da Equitação Terapêutica em relação a Incontinência Urinária de Esforço foi realizado em 2009 em Porto Alegre. Ele surgiu de uma paixão muito grande minha que foi abraçado por parceiras muito especiais da minha trajetória  Primeiramente vamos fazer uma conversar sobre o impacto da Incontinência em relação a qualidade de vida […]

Cistite intersticial-Uma dor incompreendida

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A abordagem nesta patologia tem que ser dirigida ao ser em sua inteireza. O terapeuta que acompanha este corpo que somos deve manter unido os aspectos físicos e psicológicos e nunca deve esquecer que quando se toca o corpo ali contém seus entraves, dificuldades e toda memória de sua existência!

O diagnóstico e o tratamento da cistite intersticial (CI) muitas vezes frustram médicos, pacientes e demais membros da equipe de saúde. É uma doença vesical caracterizada pela freqüência miccional, urgência e dor pélvica. A CI começou a ser descrita em 1915, e, até recentemente, tem sido uma patologia obscura, que causa danos importantes na qualidade de vida do paciente.

[caption id="" align="alignnone" width="540"]Image Indivíduos com essa patologia relatam que o estresse do dia-a-dia propicia o surgimento e agravamento da enfermidade. A procura por ajuda e diagnóstico médico é incansável e muitos pacientes sofrem até que o diagnóstico seja feito e o tratamento indicado.[/caption]

Embora seja dominante em mulheres,atualmente, muitos homens exibem sinais e sintomas de CI. Existem evidências que homens tratados de “prostatite crônica não bacteriana”, apresentam dados sugestivos de CI e respondem favoravelmente ao tratamento padrão para esta doença. 

A dificuldade em se diagnosticar a cistite intersticial reside no fato de ser efetuada por exclusão e poucos exames subsidiários refletem, ou apontam seguramente a patologia, ou permitem monitorar sua progressão. A causa é incerta mesmo com um século de estudo.

Não é raro estes pacientes serem medicados com antibióticos, por causa da queixa de dor, mesmo com urocultura negativa e não apresentarem melhora dos sintomas persistentes. Além disso, um número expressivo de indivíduos com CI são subdiagnosticados e seguidos por anos sem um tratamento direcionado.

Os piores escores de qualidade de vida estão relacionados com estes pacientes, seguidos por pacientes submetidos a hemodiálise e neoplasias. 


Pesquisas demonstraram que 60% destes pacientes se queixavam de dor durante a atividade sexual e em alguns a queixa era tão severa que os conduzia a abstinência, ao isolamento social, absenteísmo escolar e a perda de emprego.

Na clínica escuto queixas de picos de dor em jovens antes de provas, quando brigam com o parceiro (a), quando há uma mudança muito grande. Como exemplo lembro de um rapaz por volta dos seus 30 anos, Inglês, que foi morar na Guatemala e na passagem aqui por Porto Alegre se consultou comigo e os sintomas aviam começado após a mudança de país. Alguns médicos indicam a seus pacienteas a fazerem uma dieta muito restrita, sem álcool, temperos, café etc. Alguns pacientes são sensíveis a vários alimentos, o efeito de alimentos nos sintomas é variável e alguns alimentos apresentam forte evidência em seu caráter irritativo sob a mucosa vesical como no caso da bexiga hiperativa que á falamos anteriormente.

O equilíbrio de ingesta hídrica também é a chave para o controle das crises. Há pacientes que restringem o seu consumo e há alguns que consumem em excesso. em torno de 1,5 a 2l seria o ideal. A velha dica de fazer "banhos de assento" também pode auxiliar muito nos períodos que se esta em crise.

Pouca coisa se pode afirmar sobre o tratamento. Porém, na minha experiência clínica o que tenho visto é que todos estes pacientes possuem uma musculatura perineal muito tensa. E quando aprendem a relaxar e a ter mais consciência perineal os sintomas melhoram. Utilizo de treinamento da musculatura do assoalho pélvico, biofeedback (onde o paciente pode visualizar os movimentos perineais através de um gráfico no computador e eletroterapia). E aos poucos retornam a consumir os alimentos "irritativos" sem causar crises de dor. Além disso os pacientes relatam melhora da atividade sexual.

As massagens perineais feitas por fisioterapeutas especializados nesta área também são uma opção de tratamento. Esse procedimento visa reduzir a tensão dos grupos musculares que compõe esses órgãos e permite relaxar e obter novamente a função normal desses músculos.

 

 

 

O Homem, a Próstata e o Assoalho Pélvico

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Nos últimos congressos de Urologia que participei vi muito forte uma tendência de se promover a Saúde do homem. Mas afinal o que é ser homem? Tomando como base uma sociedade patriarcal, uma resposta para essa indagação poderia convergir para a representação do homem de verdade. Meninos e meninas crescem sob a crença de que mulher e […]

Sexualidade

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Como dizia Jung: “A pele é a ponte sensível do contato com o mundo e pode ser também um abismo”. Na clínica diária se observa as impressões das vivências de cada indivíduo em suas situações atuais. Como terapeutas não devemos esquecer que quando tocamos o corpo, tocamos uma pessoa com toda sua história. A dissociação […]
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