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O toque que cura! Os benefícios do auto-conhecimento.

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O Tema da sexualidade deveria ser uma das prioridades das políticas públicas de atendimento à mulher tendo em vista que quanto melhor a mulher puder se conhecer melhor poderá lidar com seu corpo e suas mudanças. Poderá prevenir futuras patologias evitando assim cirurgias ou disfunções. Para abordar o assunto sexualidade o fisioterapeuta pélvico deve fornecer […]

O feminino e a violência – visão de uma profissional da saúde

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Primeiramente gostaria de compartilhar algumas informações fornecidas pelo site da ONU: A violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice. As mulheres que experimentam a violência sofrem uma série de problemas de saúde, […]

Biofeedback e Fisioterapia Pélvica- Introdução

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A história da eletromiografia de superfície tem a ver com a descoberta da eletricidade e o desenvolvimento da habilidade de ver o que não pode ser visto, sentido ou tocado com os sentidos comuns, através de instrumentos. É, também, a história da necessidade de um novo paradigma para avaliar e tratar a Energia do músculo. […]

2012 in review

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The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2012 annual report for this blog. Here’s an excerpt: 600 people reached the top of Mt. Everest in 2012. This blog got about 4,500 views in 2012. If every person who reached the top of Mt. Everest viewed this blog, it would have taken 8 years to get […]

Os músculos e as emoções em uma visão terapêutica.

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Quando se trata de Assoalho Pélvico não podemos deixar de pensar na parte emocional que envolve essa musculatura. Principalmente, quando vivemos em uma sociedade repleta de tabus, apesar de estarmos em 2016. Quando se tratam as disfunções do períneo entre os benefícios emocionais que se adquire podemos citar: o aumento da autoestima, um maior conhecimento […]

Vaginismo – Colocando um ponto final na dor

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A disfunção sexual na mulher pode influenciar sua saúde física e mental resultando em dificuldades pessoais e interpessoais, levando à diminuição da qualidade de vida de um número imenso de mulheres. Dentre os transtornos sexuais femininos, não é rara a queixa de vaginismo e dispareunia (dor durante a relação sexual). No post de hoje vamos estudar sobre vaginismo […]

Incontinência Urinária na terceira Idade: A epidemia Silenciosa

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Segundo a Organização Mundial de Saúde qualidade de vida é a percepção do indivíduo acerca da sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. Todos esses aspectos relacionados à saúde não podem estar desvinculados de outras dimensões da vida como, por exemplo, dos papéis […]

Disfunção Erétil Masculina: Fisiologia e Tratamentos.

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A Disfunção Sexual Masculina, é definida como a inabilidade persistente (por no mínimo 6 meses) de obter e manter uma ereção firme o suficiente para permitir uma relação sexual. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), afeta cerca de 150 milhões de homens em todo o mundo, cerca de 30 milhões de indivíduos apenas nos Estados Unidos. No Brasil, um estudo […]

Equitação Terapêutica, Incontinência Urinária e Qualidade de Vida

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O primeiro estudo realizado em torno da Equitação Terapêutica em relação a Incontinência Urinária de Esforço foi realizado em 2009 em Porto Alegre. Ele surgiu de uma paixão muito grande minha que foi abraçado por parceiras muito especiais da minha trajetória  Primeiramente vamos fazer uma conversar sobre o impacto da Incontinência em relação a qualidade de vida […]

Cistite intersticial-Uma dor incompreendida

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A abordagem nesta patologia tem que ser dirigida ao ser em sua inteireza. O terapeuta que acompanha este corpo que somos deve manter unido os aspectos físicos e psicológicos e nunca deve esquecer que quando se toca o corpo ali contém seus entraves, dificuldades e toda memória de sua existência!

O diagnóstico e o tratamento da cistite intersticial (CI) muitas vezes frustram médicos, pacientes e demais membros da equipe de saúde. É uma doença vesical caracterizada pela freqüência miccional, urgência e dor pélvica. A CI começou a ser descrita em 1915, e, até recentemente, tem sido uma patologia obscura, que causa danos importantes na qualidade de vida do paciente.

[caption id="" align="alignnone" width="540"]Image Indivíduos com essa patologia relatam que o estresse do dia-a-dia propicia o surgimento e agravamento da enfermidade. A procura por ajuda e diagnóstico médico é incansável e muitos pacientes sofrem até que o diagnóstico seja feito e o tratamento indicado.[/caption]

Embora seja dominante em mulheres,atualmente, muitos homens exibem sinais e sintomas de CI. Existem evidências que homens tratados de “prostatite crônica não bacteriana”, apresentam dados sugestivos de CI e respondem favoravelmente ao tratamento padrão para esta doença. 

A dificuldade em se diagnosticar a cistite intersticial reside no fato de ser efetuada por exclusão e poucos exames subsidiários refletem, ou apontam seguramente a patologia, ou permitem monitorar sua progressão. A causa é incerta mesmo com um século de estudo.

Não é raro estes pacientes serem medicados com antibióticos, por causa da queixa de dor, mesmo com urocultura negativa e não apresentarem melhora dos sintomas persistentes. Além disso, um número expressivo de indivíduos com CI são subdiagnosticados e seguidos por anos sem um tratamento direcionado.

Os piores escores de qualidade de vida estão relacionados com estes pacientes, seguidos por pacientes submetidos a hemodiálise e neoplasias. 


Pesquisas demonstraram que 60% destes pacientes se queixavam de dor durante a atividade sexual e em alguns a queixa era tão severa que os conduzia a abstinência, ao isolamento social, absenteísmo escolar e a perda de emprego.

Na clínica escuto queixas de picos de dor em jovens antes de provas, quando brigam com o parceiro (a), quando há uma mudança muito grande. Como exemplo lembro de um rapaz por volta dos seus 30 anos, Inglês, que foi morar na Guatemala e na passagem aqui por Porto Alegre se consultou comigo e os sintomas aviam começado após a mudança de país. Alguns médicos indicam a seus pacienteas a fazerem uma dieta muito restrita, sem álcool, temperos, café etc. Alguns pacientes são sensíveis a vários alimentos, o efeito de alimentos nos sintomas é variável e alguns alimentos apresentam forte evidência em seu caráter irritativo sob a mucosa vesical como no caso da bexiga hiperativa que á falamos anteriormente.

O equilíbrio de ingesta hídrica também é a chave para o controle das crises. Há pacientes que restringem o seu consumo e há alguns que consumem em excesso. em torno de 1,5 a 2l seria o ideal. A velha dica de fazer "banhos de assento" também pode auxiliar muito nos períodos que se esta em crise.

Pouca coisa se pode afirmar sobre o tratamento. Porém, na minha experiência clínica o que tenho visto é que todos estes pacientes possuem uma musculatura perineal muito tensa. E quando aprendem a relaxar e a ter mais consciência perineal os sintomas melhoram. Utilizo de treinamento da musculatura do assoalho pélvico, biofeedback (onde o paciente pode visualizar os movimentos perineais através de um gráfico no computador e eletroterapia). E aos poucos retornam a consumir os alimentos "irritativos" sem causar crises de dor. Além disso os pacientes relatam melhora da atividade sexual.

As massagens perineais feitas por fisioterapeutas especializados nesta área também são uma opção de tratamento. Esse procedimento visa reduzir a tensão dos grupos musculares que compõe esses órgãos e permite relaxar e obter novamente a função normal desses músculos.

 

 

 

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