Tratamentos

Incontinência urinária feminina

Pela definição da sociedade internacional de continência, incontinência urinária é qualquer perda involuntária de urina. Até mesmo em gotas quando se tosse ou espirra.

Sua prevalência é bastante elevada, atingindo cerca de 50% das mulheres entre 20 a 80 anos no mundo todo. E se não for tratada a incontinência provavelmente irá aumentar ao longo do tempo. Fatores genéticos, partos e a idade estão entre os fatores de risco para o desenvolvimento da incontinência.

A fraqueza da musculatura do assoalho pélvico ou até mesmo o excesso de tensão estão entre as causas da incontinência urinária e a reabilitação do assoalho pélvico é considerada a primeira linha de tratamento para esse tipo de problema. A maioria dos casos de incontinência urinária se enquadra em um desses três subtipos: incontinência de esforço, incontinência de urgência ou incontinência mista.

Incontinência urinária de esforço

É caracterizada pela perda involuntária durante um esforço físico qualquer, em atividades como levantar peso, rir, tossir ou durante atividade física. É o tipo mais comum de incontinência.

Incontinência de urgência

É caracterizada pela perda de urina durante sob forte desejo miccional, ou seja, uma vontade de urinar que não pode ser adiada.

Sentir urgência o tempo todo não é normal, e pode indicar problemas urinários, particularmente a chamada síndrome da bexiga hiperativa, grande responsável pela incontinência de urgência.

As contrações da musculatura do assoalho pélvico são capazes de inibir essa urgência. Então, aprendeu a fazer a contração do assoalho pélvico de forma eficaz consegue controlar a urgência e chega ao banheiro sem perder urina.

Incontinência urinária mista

A incontinência urinária mista é quando se tem os dois problemas associados: incontinência urinária de esforço associada à bexiga hiperativa.

Tratamento

Com os exercícios ativos da musculatura do assoalho pélvico a melhora da incontinência pode ser total. Uma avaliação minuciosa é necessária para se saber o quanto a fisioterapia pode ajuda em cada caso. Mesmo as pacientes que precisam de cirurgia os Médicos pedem algumas sessões de fisoterapia pélvica para maior sucesso do procedimento!

A fisioterapia pélvica utiliza, também, técnicas de eletroestimulação e exercícios com biofeedback Emg, que é um sistema a partir do qual o paciente enxerga a contração de sua MAP na tela do computador. Em alguns casos o tratamento medicamentoso associado pode auxiliar.